Minha sexta passa lenta. E creio que com a mesma mansidão e preguiça o meu final de semana também passará. Minha consciência nao grita, dá birra. Minha vontade me acalma, essa vontade interior, em contínuo exercicio de auto realizaçao, auto conhecimento, auto o diabo a quatro. Mas o desejo. Esse me consome. Esse morre dentro. Jaz no útero, na terra, no que me mantém no chão. Tão bruto e cru. E ele nao vem sozinho, com ele vem as asas e um prédio. E no fim o salto. Alívio imediato.
Nao morram sem assistir Asas do Desejo de Wim Wenders.





























Essa coisa de desejo que morre no ventre, é foda!!!
Porque morre e dói e em seguida, ao parí-lo sofremos de novo…
;o(